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1) Posicione a travessa (1) transversalmente na calha (2) e gire de modo que fique reta, ou seja, num ângulo de 90º.
2) Posicione as travessas de modo que fiquem totalmente alinhadas (retas) no sentido da largura da calha.
3) Pressione as garras das travessas ao friso da calha até que se encaixem de maneira a emitir um “click”.
4) Certifique-se de que houve encaixe nos dois trilhos inferiores internos e que as travessas estejam travadas nas duas extremidades superiores da calha.
5) Posicione e clique uma travessa a cada 20cm em toda extensão da calha.
6) Encaixe a treliça metálica na calha com as travessas devidamente encaixadas de maneira que cada travessa fique 2 cm para o lado do centro do vão da treliça.
7) A ponta da treliça deve ser sempre cortada mantendo o ultimo triangulo inteiro.
8) Ao final de cada Lajeplas deverão ser encaixadas duas travessas plásticas.
9) Em caso de união de duas calhas plásticas, a treliça deverá ser posicionada com o vão do triângulo no recorte e duas travessas devem ser colocadas ao final de cada calha.

LAJEPLAS deve ter o escoramento a cada 1m com caibros de 5cm. Esteja certo que o escoramento fique apoiado sobre uma base sólida, não permitindo que as escoras cedam quando receberem separado as cargas da montagem da laje, do concreto e do capeamento. Somente com um escoramento bem feito teremos uma laje de boa qualidade. Não há necessidade de contraflexa, a não ser que o engenheiro exija. A altura do isopor deve ser igual a altura da treliça. Exemplos: Se a treliça for H8, o isopor deve ter 8 de altura. Se a treliça for H12, o isopor deve ter 12 de altura. Se a treliça for H16, o isopor deve ter 16 de altura.
 

ERROS NA MONTAGEM DAS LAJES EM OBRAS
Os erros que ocorrem na montagem das lajes em obras contribuem grandemente para a sua má qualidade, podendo afetar a segurança da edificação. Os mais comuns são:
01)Escoramentos desnivelados, sem base de fixação e sem travamento, ocasionando desníveis nas lajes.
02)Inexistência de armaduras negativas.
03)Posicionamento incorreto das armaduras negativas.
04)Baixa resistência de concreto do capeamento causada pela desobediência ás especificações do traço de concreto.
05)Espessura do capeamento menor do que a especificada.
06)Desmoldagem precoce – antes do tempo normal de cura.
07)Sobrecargas além das previstas pelo fabricante das vigotas.
08)Respaldos desnivelados das paredes que receberão as vigotas.
09)Substituição das vigas com engastamento previsto por apoio simples.
10)Quantidade insuficiente de linhas de escora.
11)Desobediência à sequência correta da retirada das linhas de escora (do centro para as laterais da laje).    
 
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